segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

História...

A cada nova leitura que empreendo, quanto mais estudos que realizo, mais percebo o significado da história para mim enquanto ser humano.

Hoje tive um novo insight. Consegui visualizar algo, ainda turvamente, que tenho buscado faz anos; a essência do novo e do diferencial, em outras palavras, a visão para “além do horizonte”!

Interliguei algumas peças que já conhecia, percebi no entanto que há tantas peças ainda a serem descobertas. Meu presente foi estilhaçado, reduzido à pedaços separados e “distintos”. Foi assim que fui educado e aprendi a ver o mundo. Este mundo que me apresentaram é “desbotado” e até certo ponto “simplista” demais!

Estou descobrindo um novo mundo à cada dia. Um mundo recheado de cores e possibilidades; um mundo complexo e magnífico! Este mundo é dinâmico e cheio de um “Quê a mais” sem igual.

PEÇAS DO MEU “QUEBRA-CABEÇAS”:

O mundo é cíclico, certas realidades que existiam no passado podem retornar (E muitas coisas retornam mesmo), o novo nada mais é que o antigo em nova roupagem...

...O que foi é o “vir-a-ser” em nova perspectiva e apresentação...

...sendo assim, o que hoje conhecemos nada mais é que o passado remodelado. É aquilo que sempre almejamos, em resposta ao tempo/espaço que vivemos momento após momento.

Era inconcebível existir computadores na Grécia antiga, mais foi plenamente viável desenvolver a matemática (Ver Pitágoras). Hoje a mesma matemática, que foi o centro do universo no passado é utilizada para o desenvolvimento da linguagem computacional. Uma mesma realidade, totalmente nova, e que atende às necessidades contemporâneas.

Só que a cada “novo ciclo de tempo”, parte do passado é mesclado ao novo; ao presente. Hoje temos a possibilidade de ter em mãos o “resumo” de toda a história humana e, conseqüentemente, o resumo de toda a história cultural, filosófica, teológica/religiosa, econômica, cientifica, etc.

O que faz um grupo heterogêneo de seres humanos sentarem-se num determinado ponto da terra, sob o sol, a alguns metros do oceano, e discutirem sua condição enquanto membros de uma sociedade “inacabada”? Não tenho receio em dizer que isso sempre existiu; entretanto os ambientes foram os mais variados possíveis, as pessoas diversas, o contexto sócio-cultural diverso e conseqüentemente as respostas encontradas foram também diversas. Estou quase certo que as respostas encontradas, até o ciclo anterior do tempo, serviram de premissas ao que temos hoje; sendo que as respostas que encontrarmos hoje servirão de base àquelas descobertas do futuro.

Pensar isso é simplesmente fantástico. Isso me coloca numa posição atemporal, mesmo que por alguns instantes. Tantos contemporâneos pensam o mesmo, tantos no passado já pensaram o mesmo, todos chegamos às conclusões semelhantes. Alguns foram enaltecidos e fizeram seus nomes ressoarem na história, outros tantos foram taxados loucos e esquecidos completamente. Desejo esforçar-me para estar entre os membros do primeiro grupo quando minha hora chegar. Mas se for taxado louco, ainda assim terei feito algo significativo e que poucos fizeram.

O resgate histórico me trouxe o resumo do passado, ao menos as partes mais importantes para mim, me presenteia à cada momento com um mundo cheio de cores e possibilidades e me faz ver nuances, ainda que quase imperceptíveis aos olhos, do “vir-a-ser” que encontra-se “além do horizonte”!

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