terça-feira, 26 de outubro de 2010

Inveja!


- Sempre sofri por causa da inveja de outras pessoas! Disse o velho professor com semblante triste.

- Mas porque as pessoas teriam inveja de você? Perguntou o jovem, que ainda não entendia bem as sutilezas do bem e do mal.

- Em todos os lugares onde ja trabalhei, em todos o lugares por onde andei, sempre, sem excessão, havia ao menos um, ou uma, que considerava a minha presença um risco, que considerava o meu engajamento, prontidão e profissionalismo algo "nocivo" ao posto que ocupava, e por isso "dificultavam" meu trabalho. Francisco falava com certa tristeza e suas palavras saiam quase como um lamento.

- Eu não entendo. Você é bom no que faz e é bom como pessoa. Sabe trabalhar em conjunto e, numa equipe, sabe fazer a diferença sem excluir ninguem. Suas intensões sempre foram as melhores. Não precisa procurar muito para perceber. Olha o que você fez com aquele grupo de jovens. Isso sem contar o projeto etinerante, que é fantástico! O jovem disse estas palavras munido de toda a admiração que nutria pelo velho professor. Entretanto, Francisco o surpreendeu dizendo:

- Querido amigo, tudo isso que adjetivou a meu respeito é matéria prima para o desenvolvimento da inveja. A dificuldade está em permanecer firme e forte diante dos ataques. Nisso, meu amigo, eu falhei. Não fui forte o suficiente para suportar, por muito tempo, as constantes retalhações. Recompensavam meu trabalho com dinheiro, mas em nenhum lugar recebi "recompensas" para minha alma. Em nenhum lugar acalentei, de fato, o meu coração. Tudo começa muito bem, contudo, o tempo passa e num determinado momento o que outrora era satisfação, torna-se intriga. Com isso, a motivação vai diminuindo aos poucos, até o limite da exaustão. Tudo culmina com o "bonzinho"aqui tendo que procurar outra fonte de renda! O velho disse isso e desabou na cadeira. Estava exausto!

O jovem não teve outra reação que não fosse escutá-lo com atenção.

18 comentários:

Heleny Galati disse...

Sofri e sofro, como todos do mesmo mal, sou alvo de inveja. Como o professor não compreendia. Como ele, quase me deixei vencer. Hoje, sei que minha alma pode ser recompensada por mim mesma. QUe os outros devem ser respeitados, entretanto não podem ficar no caminho. A luta contra inveja é árdua, mas não impossível.

Bela lição.


Abraços,

Théo Iemma disse...

Ótimo! Parabéns

Flávio Nunes. disse...

Olá Heleny,
Agradeço muito o seu comentário aqui no Blog!
Assim como a mágoa, a inveja é algo nocivo à natureza humana! Se não soubermos lidar com tais sentimentos/emoções, infelizmente nos tornaremos "menos" humanos, pois daquilo que tanto nos orgulhamos (a razão), estará cada vez mais distante!
Tenha uma ótima semana!
Abração,
Flávio Nunes.
PS: Belo Blog..rs.. já passei por lá!

Flávio Nunes. disse...

Olá Théo,
Obrigado pelo comentário!
Tenha uma ótima semana!
Abração,
Flávio Nunes.

drluiz disse...

A inveja é o cancer do intelecto ...
O invejoso tem complexo de inferioridade e muitas limitações, a começar pelo caráter.
Trata-se na verdade, de uma pessoa doente que precisa ser tratada para não sucumbir diante de suas limitações.

@DRLUIZAUGUSTO_

Flávio Nunes. disse...

Olá Dr. Luiz,
Concordo com você "A inveja é o cancer do intelecto"!
Você já escutou o termo: "Dá até uma 'invejinha boa' de você"!..rs.. Acredito que inveja é algo nocivo para o homem, um câncer! Sendo assim, esse negócio de "invejinha boa" nunca me caiu bem..rs..
Obrigado pelo seu comentário!
Tenha uma ótima semana!
Abração,
Flávio Nunes.

Elias disse...

Show o post..muito bacana!

Flávio Nunes. disse...

Olá Elias,
Obrigado pelo comentário! Tenha um ótima dia e uma excelente semana!
Abração,
Flávio Nunes.

Heyder Vagner disse...

Olá,
legal teu blog : )
tbm tenho um, conheça la:

www.mateocao.blogspot.com

Bjunda!

Flávio Nunes. disse...

Olá Heyder,
Primeiramente obrigado pelo comentário e pelo elogio! Sobre o seu Blog, meu coração quase parou quando li o título..rs..mas ao lê-lo, percebi que a idéia é outra..rs..
O motivo do meu estarrecimento é que sou veterinário e quando leio algo tão direto como "Mate o Cão", meu coração pula no peito..rs.. Ainda bem que o "Cão" é outro..rs..
Tenha uma ótima semana!
Abração,
Flávio Nunes.

Anônimo disse...

Você tem inveja do seu colega de trabalho? Você é daqueles que costuma vasculhar as folhas de pagamento dos colegas, na ânsia de descobrir injustiças cometidas pelo seu patrão?

Você sente inveja quando um colega é promovido? Ou quando recebe um pequeno aumento salarial? Acredita que você seja um injustiçado, que seu esforço não está sendo visto?

Então conheça a história de Álvaro, um desses funcionários insatisfeitos com seu patrão.

Ele trabalhava em uma empresa há 20 anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações.

Um belo dia, ele foi ao dono da empresa para fazer uma reclamação. Disse que trabalhava ali há 20 anos com toda dedicação, mas se sentia injustiçado. O Juca, que havia começado há apenas três anos, estava ganhando muito mais do que ele.

O patrão fingiu não ouvir e lhe pediu que fosse até a barraca de frutas da esquina. Ele estava pensando em oferecer frutas como sobremesa ao pessoal, após o almoço daquele dia, e queria que ele verificasse se na barraca havia abacaxi.

Álvaro não entendeu direito mas obedeceu. Voltando, muito rápido, informou que o moço da barraca tinha abacaxi.

Quando o dono da empresa lhe perguntou o preço ele disse que não havia perguntado. Como também não sabia responder se o rapaz tinha quantidade suficiente para atender todos os funcionários da empresa. Muito menos se ele tinha outra fruta para substituir o abacaxi, neste caso.

O patrão pediu a Álvaro que se sentasse em sua sala e chamou o Juca. Deu a ele a mesma missão que dera para Álvaro:

- Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

Oito minutos depois, Juca voltou com a seguinte resposta: eles têm abacaxi e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal. Se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi está r$ 1,50 cada, a banana e o mamão a r$ 1,00 o quilo, o melão r$ 1,20 a unidade e a laranja r$ 20,00 o cento, já descascada.

Como falei que a compra seria em grande quantidade, ele dará um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou Juca. Voltou-se para Álvaro e perguntou:

- O que é mesmo que você estava querendo falar comigo antes?

Álvaro se levantou e se encaminhando para a porta, falou:

- Nada sério, patrão. Esqueça. Com sua licença.

.......................

Muitas vezes invejamos as posições alheias. Sem nos apercebermos que as pessoas estão onde estão e têm o que têm porque fizeram esforços para isso.

Invejamos os que têm muito dinheiro, esquecidos de que trabalharam para conseguir. Se foi herança, precisam dar muito duro para manter a mesma condição.

Invejamos os que se sobressaem nas artes, no esporte, na profissão. Esquecemos das horas intermináveis de ensaios para dominar a arte da dramatização, da música, da impostação de voz. Não nos recordamos dos treinamentos exaustivos de bailarinos, jogadores, nem das horas de lazer que foram usadas para estudos cansativos pelos que ocupam altos cargos nas empresas.

O melhor caminho não é a inveja. É a tomada de decisão por estabelecer um objetivo e persegui-lo, até alcançá-lo, se esforçando sem cessar.

Flávio Nunes. disse...

Querido(a) Anônimo(a),
Gostaria de lhe agradecer por este belo texto que ilustra muito bem a idéia que eu quis transmitir com minha postagem!
Concordo plenamente com seu escrito! E faço exatamente o que aconselha em seu último parágrafo. Estabeleço um objetivo/meta, tomo a decisão, traço a rota, os planos A, B e C, luto com afinco, esforço-me, entro em campo de corpo e de alma; com isso, querido(a) amigo(a), tenho obtido bons resultados..rs.. Fico triste apenas nos momentos em que "jogam pedras" em meu caminho, dificultando um pouco as coisas. Entretanto tento fazer dessas pedras degrau para o meu sucesso!
Mais uma vez obrigado pelo seu comentário!
Tenha uma ótima semana!
Abração,
Flávio Nunes.

Anônimo disse...

Meu querido e grande amigo.....adivinha quem postou o texto acima e não assinou??????sua amiga esqucida....beijos Juliannna
Em tempo postarei a analise psicologica da inveja....

Anônimo disse...

Análise Psicológica da Inveja(parte1)


"O grande ensinamento da inveja é a reflexão de quais são nossas verdadeiras necessidades no confronto diário com a vida de outras pessoas; ou se apenas desejamos competir o tempo todo com as mesmas".- ANTONIO CARLOS PSICÓLOGO.

"A mais grave contradição é que a pessoa que mais sente a inveja é justamente aquele tipo de personalidade que mais poderia desfrutar o prazer ou sucesso pessoal, deslocando sua fonte de satisfação e crescimento para o inferno de ter de observar ou medir o que o outro obteve primeiro. Neste ponto podemos afirmar que o amor sempre invejou qualquer tipo de vício, pois este último possui uma capacidade de impregnação na alma humana além de qualquer outro sentimento positivo. É só refletirmos para o problema das drogas ou violência, que não demoraremos a perceber a veracidade de tal conceito. Há muito que não sabemos o que fazer com nosso lado íntimo e pessoal, sendo inevitáveis os desastres na história de nossa afetividade. Podemos até ser treinados para a convivência de determinada limitação causada por doença física; mas as seqüelas psicológicas de infelicidades passadas são tabus na compreensão total sobre o que nos tornamos após todas as experiências vividas".- ALFRED ADLER- PSICÓLOGO. PSICÓLOGO)".

"Só haveria algo positivo na inveja se pudéssemos reproduzir fielmente o modelo de vida de alguém realmente criativo.(ANTONIO CARLOS-PSICÓLOGO)".

"A INVEJA ENCOBRE NOSSA MAIOR LUTA, QUE É O INFERNO DO NOSSO ÍNTIMO, DESVIANDO A ATENÇÃO PARA A MEDIDA DO GANHO DO OUTRO".- ANTONIO CARLOS PSICÓLOGO


Talvez este seja o tema que encontra maior resistência em nossa atualidade para ser amplamente debatido, embora suas ramificações estejam presentes em quase todas as esferas do relacionamento humano. A inveja pode ser definida como o deslocamento da energia do potencial de determinado indivíduo para a exacerbada preocupação com a satisfação e prazer de outra pessoa, geralmente íntima do sujeito em questão. Dito sentimento sempre condenado pelo condicionamento do cristianismo nunca conheceu limites ou fronteiras, sendo que sua essência remonta ao aspecto dinâmico das relações familiares.
Qualquer sentimento humano é reforçado ou diminuído no convívio familiar, e a inveja jamais seria uma exceção. Quão árdua tarefa pertence aos pais ao se depararem com um futuro incerto de seus filhos em todos os níveis, versus sua vida cotidiana repetitiva e na maioria das vezes sem qualquer chance de mudança. Precisamos erradicar todo o tipo de preconceito internalizado e estudar o assunto em profundidade. Nenhuma tarefa é mais difícil do que contribuir para uma história diferente a alguém cujo desenvolvimento e resultado dependem de nossa conduta diária. Em nenhum momento de nossas vidas fomos treinados para assimilar o sucesso alheio, inclusive de nossos filhos. Embora tal afirmação pareça cruel, é fundamental a reflexão apurada sobre tal conceito.
Toda família será um eterno pólo de tensão e conflito, principalmente pelo confronto da resolução dos destinos em questão. Obviamente quando se estabeleceu a relação de determinada pessoa que cuidou e a dívida subseqüente, fica impossível se enxergar qualquer sentimento negativo, por força única e exclusiva do império da culpa. O que se pretende colocar aqui não é uma atitude deliberada de aborto da felicidade de outrem, mas como é extremamente difícil a tarefa de educar determinada pessoa para um prazer ou satisfação que foram negados às gerações anteriores.
A inveja para qualquer ser humano remete sempre a determinada experiência de abandono ou desamparo, bloqueando a capacidade do mesmo de desejar doar profundamente. As sensações resultantes são: a angústia por a pessoa sentir que não tem acesso a determinado prazer, ou a raiva por achar que a felicidade corre paralela a sua infelicidade pessoal.

Anônimo disse...

Parte2

Qualquer ser humano que possua um mínimo de reflexão, já se deu conta que os sentimentos que mais atormentam nossa existência na atualidade são respectivamente: a inveja e solidão. Ambos exacerbam todas as nossas carências, deslocando como disse anteriormente o foco da atenção pessoal para determinada pessoa, pois ditos sentimentos corroem nossa autoestima de forma avassaladora, nos excluindo da categoria de seres humanos requisitados pela sociedade. Este ponto é fundamental para análise, pois o grande ensinamento da inveja é a reflexão de quais são nossas verdadeiras necessidades no confronto diário com a vida de outras pessoas; ou se apenas desejamos competir o tempo todo com as mesmas, pelo receio de nos sentirmos inferiorizados.
O trauma ou conseqüência maior do processo da inveja é a incorporação da pior parte de uma pessoa a quem tanto admiramos. Este paradoxo decorre não somente pelo fluxo de um sentimento humano extremamente negativo, mas pelo bloqueio deliberado de nossa capacidade criativa apenas para nos concentrarmos no outro. A inveja diariamente nos impõe um severo desafio ou vigilância absolutamente desnecessários ao livre fluir de nossas potencialidades. Neste ponto faço a distinção da mesma em relação ao ciúme; sendo este último mais um temor pela perda do objeto, e a inveja seria a tentativa de impedir que o outro tenha algo que ansiosamente desejamos. Tal diferenciação é apenas superficial, pois ambos os sentimentos se cruzam e formam quase que um núcleo único de ansiedade, temor ao abandono e sentimento de miserabilidade interior. A conseqüência inevitável é angústia e solidão.
Todo psicólogo sabe que um sentimento exacerbado de ciúme ou inveja apenas esconde que a pessoa que carrega ditas manifestações emotivas, é quem desejaria praticar os atos ou condutas que teme que o outro realize. A culpa por querer efetuar as mais sórdidas ou concupiscentes fantasias sexuais é convertida em delírio de ciúmes e apego exagerados. É impressionante a carência de literatura sobre tão óbvia conduta em nossa sociedade hipócrita.
O efeito mais devastador da inveja como disse anteriormente é o bloqueio de qualquer potencial criativo. Infelizmente tal sentimento se alastra mais profundamente nas áreas mais sensíveis da humanidade, como por exemplo: arte, cultura e música. A coisa está tão disseminada que na maioria das vezes já não ocorre qualquer tipo de disfarce perante o sucesso alheio. Este é visto como uma "provocação" ao frágil ego do sujeito.

Anônimo disse...

Parte3

A inveja é em última instância psíquica, o medo da morte projetado em outra pessoa.
No decorrer da história da humanidade observamos diferentes formas de "tomar" os atributos ou talentos de outros ser, seja através do canibalismo primitivo, que tinha como objetivo a incorporação do que havia de melhor no inimigo, ou frustrar simplesmente o desejo do outro em nossa sociedade contemporânea. O fato central desta análise é que a pessoa presa na inveja desconfia secretamente que seu oponente possui uma forma mais avançada ou elaborada de lidar com a morte, então tentará destruir qualquer atributo que coloque o outro em vantagem no desespero da finitude humana.
O invejoso necessita ardentemente de companheiros em sua apatia e medo da criatividade. A mais grave contradição é que a pessoa que mais sente a inveja é justamente aquele tipo de personalidade que mais poderia desfrutar o prazer ou sucesso pessoal, deslocando sua fonte de satisfação e crescimento, para o inferno de ter de observar ou medir o que o outro obteve primeiro. Neste ponto podemos afirmar que o amor sempre invejou qualquer tipo de vício, pois este último possui uma capacidade de impregnação na alma humana além de qualquer outro sentimento positivo. É só refletirmos para o problema das drogas ou violência, que não demoraremos a perceber a veracidade de tal conceito. Há muito que não sabemos o que fazer com nosso lado íntimo e pessoal, sendo inevitáveis os desastres na história de nossa afetividade. Podemos até ser treinados para a convivência de determinada limitação causada por doença física; mas as seqüelas psicológicas de infelicidades passadas são tabus na compreensão total sobre o que nos tornamos após todas as experiências vividas.
Todos os processos familiares e educativos falharam na compreensão do dinamismo humano. Assim como no começo do século passado, a psicologia se concentrou nas repressões não vividas do prazer humano, em nossos dias é fundamental que a mesma se depare com a terrível dificuldade de se lidar com os temores pessoais surgidos pela comparação com outro ser humano, capaz de se sentir pleno e satisfeito dentro de nossa loucura social.

Anônimo disse...

Parte4

Está mais do que na hora de um processo amplo de educação pessoal, que impeça que o pensamento único de cada indivíduo seja deslocado apenas para uma tentativa de amarrar o outro na insatisfação e tédio vividos pelo sujeito acometido pela inveja. Neste ponto devemos prestar extrema atenção a todo tipo de sabotagem pessoal ou afetiva no transcorrer das relações, seja através da timidez, distúrbios psicossomáticos como a síndrome do pânico, ou a inveja. Todos estes elementos têm a função de apartar a experiência do contato com o prazer.
Mas como pode um ser humano renegar talvez sua mais bela experiência sensorial e existencial? A resposta para tal questão não se centra somente no cunho sadomasoquista, sendo o mesmo a transformação de uma experiência de dor em prazer sexual, decorrente da culpa internalizada, pois ao mesmo tempo em que o sujeito realiza a experiência gratificante, acaba se punindo por desejar a mesma. O fato maior é que o prazer é uma das mais fugazes experiências humanas. Então temos de pensar em termos de opostos; para uma experiência tão curta, a personalidade lança mão de um investimento diário e intenso no sentido de detê-la, sendo uma espécie de protesto de alguém que se recusa a não apenas lidar com a finitude, mas, sobretudo que não está disposto a realizar seu potencial humano.
Qualquer manifestação de talento ou criatividade artística é a prova irrefutável da capacidade de todo ser humano de se concentrar em uma área específica e produzir o máximo de prazer ou amor para si próprio e seus semelhantes, independentemente do status social adquirido pela pessoa no transcorrer da vida. Porém, a inveja trata deste potencial como algo puramente privado, que só pode ser doado mediante a exacerbação de conteúdo econômico ou vontade de poder sobre as demais pessoas. Com toda a certeza este é um dos maiores dramas contemporâneos que a humanidade se depara, e a palavra exata para a definição de tão drástica situação é "economia", pois ao mesmo tempo em que todos almejam alastrar seu horizonte financeiro, exercem extremo controle e prudência na troca pessoal. Talvez num futuro próximo, possamos começar a discutir a realidade com a máxima sinceridade de que o ser humano necessita.
"POR RAZÕES ÉTICAS, QUALQUER ORIENTAÇÃO SÓ É POSSÍVEL PESSOALMENTE ATRAVÉS DE CONSULTA PSICOLÓGICA; NÃO TEMA A TERAPIA, MAS A UTILIZE PARA A MUDANÇA DE UM ESTILO DE VIDA QUE PARECE NÃO TER FIM."

Meu querido amigo,espero que goste,pois achei interessante....beijos julianna

Thatica. disse...

Legal o texto.. parabéns!

mas esse senhor se fez de vitima não acha?

precisava de ouvir mais Zeca Pagodinho.. deixa a vida me levar, vida leva eu!

Acho que sou a pessoa mais sem noção que comenta aqui.. rsrs... não sei escrever palavras dificeis, mas procuro ser expontânea e tenha certeza que meus comentários são de coração. Amo esse cantinho.

Abraços.

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