segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Os Poetas Mortos!

Olá Pessoal,

Acabei de assistir, mais uma vez, o filme "A Sociedade dos Poetas Mortos", e não pude deixar de refletir mais uma vez sobre o livre pensar! O filme todo é uma grande meditação sobre ser quem sou ou o que os outros desejam que eu me torne! Infelizmente, não deve-se agir de maneira desregrada e inconsequente, entretanto é interessante que bem cedo na vida possamos abrir a consciência àquilo que realmente importa: Amar em plenitude! Isto ocorre em consequencia de uma vida bem vivida no momento presente!

Postei o vídeo a seguir e nele há dois trechos muito interessantes. O primeiro fala sobre a perecibilidade da vida e a importância de viver bem o momento presente, o segundo trecho (que começa à partir de 07:02min. de vídeo) fala sobre a poesia e sua formação enquanto extensão do amor do homem pela vida! Não é um ato de rebeldia não seguir a "métrica" poética, é sim um ato transcendental ir além da métrica e do quadradismo que alguns sisma de nos colocar e nos fazer engolir como verdade última de um determinado assunto.

Os poetas "morrem" à medida que seu espírito livre e inventivo torna-se um exemplo a ser seguido, e este passa adiante esta métrica quadrada, presa a palavras, à fórmulas, à definições,... Acho que isso é muito errado! Transcrevendo um trecho do filme, digo que "não lemos ou escrevemos poesia porque é moda. Lemos e escrevemos poesia por que fazemos parte da raça humana, e a raça humana está impregnada de paixão". Paixão, amor, beleza, romance,... e isso molda todos os nossos demais afazeres e dita as regras do jogo entre ser humano, outro animal qualquer ou uma pedra! Precisamos de uma base, mas acredite, vai além todo aquele que transcende o saber universal sobre determinado tema ou assunto!

Não nos detenhamos às métricas e aquilo que é, ou outra vem sendo passado como "verdade última"! Me disseram certa vez que tudo quanto poderiamos inventar, já foi inventado; reta-nos aprimorar tais invenções! Se isto é certo ou errado eu não sei, mas sei que não gosto de ater-me a coisas pré-programadas! Não sou anarquista ou um rebelde vadio e errante, sou um ser humano munido de sentimentos e amor. Mesmo que não reconheçam minhas facetas e que minha trajetória não sirva em nada para ninguém além de mim, ainda assim, terei vivido e amado intensamente como poucos neste mundo o fizeram! Isso, meus caros, permeia a minha vida. Não sei viver de outra maneira senão re-inventando o amor a cada dia!

Abração,

Flávio Nunes.

PS: Qual é o seu verso?!?!?!


2 comentários:

Ká Oliveira disse...

OMG! esse é um dos melhores filmes da minha nem tanto agitada adolescência..
o meu verso, não meu, mas emprestado é esse:
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é"
Boa Noite querido!
bj grande

Flávio Nunes. disse...

Olá Karina,
Já assisti o filme "A Sociedade dos Poetas Mortas" um sem número de vezes! Este foi o primeiro de uma série de filmes que gosto sobre a vida de um professor, que por diversos artificios "pouco convencionais" fazem de seus alunos mais que meros ouvintes, mas protagonistas de suas próprias histórias!
Tenha uma ótima noite e uma excelente semana!
Abração,
Flávio Nunes.
PS: Bela frase...rs..

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