sábado, 28 de janeiro de 2012

Con-vivendo com a Dor!

O que falarei a seguir, pode ser interpretado de algumas formas, uma vez que existem alguns tipos de Dor. As mais comuns no entanto são, as dores físicas e as emocionais. Nesse ponto há algumas convergências no que tange a aprendizagem e o amadurecimento pessoal.

Quando a dor é aguda, tudo parece ruir sob nossos pés. Algo parece, de um momento para o outro, perder o sentido. A dor quando chega sem avisar nos deixa sem rumo, por alguns instantes, e nos faz esquecermos o que foi e o que será nossas vidas daquele momento em diante. Isso ocorre, entre outras coisas, por causa da mudança repentina que ela nos submete.

Uma vez que a dor torna-se crônica, começamos - e devemos -, aprender a con-viver com ela. Não há outra saída, temos que aprender a entendê-la e nos acostumarmos com sua presença em nossas vidas. Isso pode ser uma fonte de amadurecimento para muitos e uma grande desgraça para outros tantos. Prefiro ficar no grupo dos que amadurecem.

Quando a dor torna-se constante e intermitente ela nos faz mudar nossa rotina e nos tira do caminho. De um momento para o outros nos vemos em meio a situações inusitadas e muitas vezes extenuantes, como por exemplo acordar por volta das 04:00h da manhã e não conseguir mais dormir. Resta-nos nos acostumarmos com essa nova vida, até o momento em que tudo passe e aquilo que um dia fora nosso estado de normalidade volte.

Nesta breve reflexão sobre a dor, gostaria de concluir dizendo que esta amiga tão súbita e sorrateira serve para alguns poucos como um caminho de santificação. Apesar da dor, devemos nos esforçar para sermos nós mesmos e, quem sabe, amar mais que antes. Manter o controle é fundamental, assim como ter Fé e esperança que tudo irá acabar num momento qualquer do futuro também o é. Por isso, para todos que neste instante estão sofrendo por causa de uma dor crônica peço encarecidamente, ame mais e sorria o máximo possível. Não torne sua dor mais amarga que já é.


Foto: http://www.amordealmas.com/2010/11/dor-de-amor-afeta-batimentos-cardiacos.html

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Nosso Canto!

Desde que nascemos procuramos sempre por um canto para sermos nós mesmos.Sempre haverá um lugar onde desejamos encontrar o conforto e a paz que tanto sonhamos. Às vezes, a solidão se faz necessária. Contudo, não confundam solidão com isolamento. Não nascemos para nos isolamos, uma vez que somos seres da polis, do coletivo.

A solidão se faz necessária todas as vezes que desejamos encontrar um lugar para refletir e obter a paz necessária para amadurecer um ponto específico de nossas vidas. O Isolamento em contrapartida é nocivo à saúde, e constitui um fator patológico à vida.

Enquanto crianças, nosso canto pode ser um cômodo da casa ou um lugar qualquer do quintal. No fim da infância, nosso canto pode ser um lugar específico do bairro onde moramos ou na casa de algum parente próximo, tipo a casa da vovó. Na adolescência, nosso canto pode estar em qualquer lugar da cidade, e para os mais destemidos do Estado em que moramos. No início da fase adulta, nosso canto pode ser qualquer lugar do país. Enquanto adultos, o canto torna-se qualquer lugar do mundo.

Não é raro conhecermos pessoas que gostam de viajar e dizem ter uma predileção por um ou outro país, um ou outro estado, uma ou outra cidade. Para os mais tranquilos e caseiros, há aqueles que gostam mais de um ou outro cômodo da casa. Todos nós precisamos encontrar nossos cantos, nossos lugares de conforto e paz. São nesses lugares que conseguimos ser o que somos em essência, nem mais, nem menos.


Foto: http://atthosmatheus.blogspot.com/2011/12/ensaio-052011.html

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Porção de Vida - #3!

Dizem que a dor de um cálculo renal e tão forte ou, às vezes, superior à dor do parto. Todos aqueles que já sofreram a experiência de ir às pressas para o hospital e lá chegando descobriram que se tratava de um cálculo renal, sabe muito bem do que estou falando.

Nesta última noite eu não dormi. Após o jantar, senti uma dor muito forte na região lombar, altura do rim direito, não aguentando o tamanho da cólica, fomos, Elen, meu pai e eu, para o hospital. Só para encurtar a história, meus pais e uma prima estão passando férias em minha casa e no último Domingo fui parar no hospital com os mesmos sintomas. Foi nesta ocasião que fiquei sabendo que se tratava de um cálculo renal.

"Que estranho eu voltar a sentir dor, uma vez que já estava tomando dois anti-inflamatórios e um analgésico", pensei eu. Durante a noite fui medicado e refizerem o exame de urina, no que constatou-se uma infecção urinária.

Após tomar duas injeções de Voltarem, soro com Tramal e passar a noite toda acordado em meio a cólicas que iam e vinham, pela manhã a dor estabilizou-se e pude enfim ser liberado para casa. Um dos anti-inflamatórios foi substituído, a dosagem do analgésico passou de 8/8h para 6/6h e foi acrescentado um antibiótico ao meu quite de sobrevivência pós-cálculo renal.

Agora a dor está estabilizada, mas ainda preciso controlar a infecção urinária. que vez ou outra me aparece com uma leve cólica e me faz lembrar que preciso fazer repouso, tomar bastante água e não me esquecer dos horários das medicações.

Logo esta semana que minha esposa e eu descobrimos que o bebê, que está em gestação, já está com seus rins formados, eu apresento uma complicação renal e dores semelhantes ao parto. Literalmente estamos dividindo todos os sintomas e aventuras dessa gestação.


Foto: http://drflavioiizuka.blogspot.com/

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Entregando a Dor!

Ontem, no fim do dia, comecei a sentir uma forte cólica na região lombar, do lado direito, que se estendia para o abdome e testículo direito. Tinha uma leve impressão que estava começando a ter uma crise renal, mas após algum tempo a dor havia passado. Continuei a trabalhar, até que hoje pela manhã a dor intensificou muito, chegando a ser quase insuportável.

No caminho do trabalho até o hospital, fui de ônibus. Cada balançar eu sentia uma dor muito forte. Não havia tomado medicação alguma. Lembrei-me de Chiara Luce Badano, uma jovem italiana que hoje é considerada beata, ou seja, está no último posto antes de ser considerada Santa pela Igreja. Chiara Luce, no fim da sua vida abriu mão dos analgésicos e entregou toda a sua dor, à dor da humanidade. Assim como Jesus, quis sentir toda a dor e a entregou a Deus, para a redenção do maior número de pessoas.

Ao sair do plantão, fui diretamente a uma Unidade de Pronto Atendimento. No caminho fui entregando a minha dor a todos que sentiam a mesma dor que eu, para a maior graça de Deus. Pedi a Deus, por interseção da Beata Chiara Luce Badano, que a minha dor fosse aceita de bom grado e que servisse de salvação/conforto para muitos. Pedi ainda que amenizasse a minha dor, como a de todos que hoje estavam passando por provações semelhantes.

Foi uma experiência muito forte e, que isso fique bem claro, muito dolorida. Entretanto, após rezar e transformar esse momento de prova e entrega, pude receber o amor de Deus em minha vida, mais uma vez. Liguei para minha esposa e ela esteve comigo o tempo todo, desde que cheguei ao hospital.

Agora, diagnosticado o cálculo renal, preciso tomar bastante líquido e ficarei sob efeito de analgésicos e anti-inflamatórios. Agora eu rezo para que a pedrinha seja expelida o mais rápido possível.


Foto: http://nickmartins.com.br/atualidades/pior-que-dor-de-parto/

sábado, 21 de janeiro de 2012

O Homem que Plantava Árvores!

Desaceleração Consciente!

Estou, já a algum tempo, fazendo um trabalho interior. Procuro apaziguar meu interior e meus modos, para enfim, conseguir deixar fluir o que há de melhor em mim. Por isso estou distante nos últimos dias. Não é fácil ser auto-didata e "testar" as possibilidades apresentadas - e desenvolvidas -, para chegar a um grau de paz interior adequada.

Isso é um tipo de comportamento e terapia desenvolvida a milhares de anos por diversas culturas e povos. Não tendo um professor, um mentor de carne e osso, presente e orientando o caminho que devo percorrer; eu mesmo tomo as rédeas nas mãos e sigo minha estrada, testando possibilidades. Hoje em dia, posso dizer com certa convicção que meus acertos estão tornando-se mais frequentes, entretanto, ainda há erros e isso me toma tempo. 

Percebo que o processo criativo dar-se à partir do momento em que conseguimos equilibrar as forças que brotam constantemente em nosso interior. Uma vez que não consigamos harmonizar nossas forças e energias, nenhuma obra que produzamos será, de fato, boa o suficiente. Poderemos chegar até determinado ponto, mas a infinitude de possibilidade escapar-nos-á entre os dedos. Se desequilibrados permaneçamos, nunca ultrapassaremos o horizonte. 

É chegada a hora de canalizar o que há de melhor em nós, para que, através da vocação dada/descoberta a/por cada um, consigamos ultrapassar nossos limites e fazer do mundo um constante "vir a ser" fraternal, pacífico e feliz. Cabe a cada um de nós, ultrapassarmos os nossos limites internos e tranquilizar nossa alma/espírito. Assim fazendo, conseguiremos produzir frutos que romperão as fronteiras do tempo.



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Procrastinação / Inovação!

Às vezes perco-me em pensamentos e quando dou-me conta o tempo me escapa. Por vezes ele parece ter passado rápido demais, outras vezes lento demais. O importante, no entanto, é que em meio à abstração, busco silenciar o meu interior para fazer nascer algo novo.

Recentemente descobri mais um defeito que tenho, além da ansiedade e da preguiça, sou um grande procrastinador. Infelizmente tenho que admitir, preciso melhorar também nesse aspecto. Tenho tanto para fazer e sempre acho que o tempo nunca irá me fugir, no entanto, quando dou-me conta, lá se foi o tempo e cá estou eu, ainda com um problema para ser solucionado.

Soluções, procuro sempre. Nasci, ou desenvolvi com o passar dos anos, não sei bem, o desejo de ver o mundo diferente daquilo que se apresenta e descortina diariamente por si só. Isso me traz alegria e também certa angústia. Esta última vem, uma vez que não é muito fácil criar soluções e gerar coisas novas, à partir do nada. É sim um grande desafio.

Enquanto tiver forças, seguirei procurando ver o que poucos vêem e fazer o que poucos fazem, para o maior bem da minha vida e de toda a humanidade. Podem meus pensamentos e ações não agradarem a todos, todavia, no mundo também tem espaço para aqueles que acham melhor a busca e realização do novo ao conformismo e abdicação. 


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Vitória - 50.000 Visualizações!

Olá Pessoal,

É com grande alegria que compartilho esta grande notícia com todos.

Hoje ao chegar em casa e abrir meu Blog, vi que atingira a marca de 50.000 visualizações.

Obrigado a todos que dia após dia, visitam o Blog. Obrigado pelo carinho de sempre e por todos que deixam aqui seus comentários.

Abração e agora vamos rumo às 100.000 visualizações..rs..

Flávio Nunes.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Gestação: 15ª à 20ª semana.

Olá Pessoal,

Hoje foi um grande dia para minha esposa e eu. Tudo correu bem na hora da ultrassonografia e descobrimos o sexo do bebê. Será um menino, o João. Ele está em ótimo desenvolvimento e cheio de saúde.

Achei um vídeo muito interessante na net e gostaria de compartilhar com vocês. Desejo que gostem.

Abração,

Flávio Nunes.




Fontes: http://www.youtube.com/watch?v=9fVMQb3uEh8 e http://brasil.babycenter.com/video/gravidez-por-dentro/15-a-20-semanas/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Porção de Vida - #2

Hoje eu lembrei-me da minha avó. De pouca instrução, criou minha mãe e mais sete filhos. Nasceu na roça e lá viveu mais de 50% da sua vida. Casou-se jovem com um peão, que fora criado por uma mãe bondosa e um padastro mal humorado. Para crescer na vida e melhorar a qualidade de vida de seus filhos, profissionalizou-se e tornou-se marceneiro. Depois de alguns anos, meu avô foi morar na cidade com a família e passou a trabalhar no cemitério da cidade como zelador e confeccionador de caixões.

Meus tios, estudaram até onde deu e começaram a trabalhar ainda na adolescência. Enquanto uns ajudavam na renda de casa, outros ajudavam em casa. Aprenderam a reformar estofados, tacos, telhado,... Com muito esforço, compraram uma televisão preto e branco quando minha avó já era idosa. Desse dia em diante não precisava mais ir à vizinha com uma ou mais filhas para assistir a novela das oito. Para meu avô, o rádio sempre foi melhor.

Aprendi com minha avó que duas das coisas mais importantes na vida é ser bom e saber escolher bons amigos. Aprendi com ela que há muita gente ruim nesse mundo, mas as que são boas, faz o mundo valer a pena. Aprendi que os bons amigos são aqueles que podemos contar em qualquer momento e em qualquer circunstância. Aprendi com ela que há, muitas vezes, melhor amigos, muito melhores que muitos parentes.

Segundo ela, se vê um bom amigo, quando é uma boa pessoa, só de olhar para ela(e). Bom amigo, segundo minha avó, é aquele que lembra de você quando você se esqueceu dele. Que vê e prevê as suas necessidades antes mesmo que você próprio as veja. É aquele que lhe ajuda quando mais precisa e quando não precisa tanto assim. É aquele que fica feliz em lhe ver feliz. É aquele que lhe dá presente, de qualquer tipo e qualquer valor, mas sempre acerta no que você precisa.

Segundo a minha avó, não devemos sentir vergonha de receber presentes dos nossos amigos e dos amigos dos nossos amigos, afinal eles só nos querem ver bem e felizes. Quem nos dá presentes não nos quer ver tristes e nem passando necessidades. Quer ver-nos, em verdade, em paz. Por isso, não podemos recusar os presentes vindos dos amigos e de todos que nos desejam ajudar, uma vez que é uma alegria para esta pessoa nos presentear, tanto quanto o será em recebermos a prova de sua amizade, amor, carinho e compaixão. É um sinal de fraternidade e amor.

Minha avó, era analfabeta de letras e números e uma sábia na categoria vida e convivência. Não cursou nenhuma universidade, nem nunca sequer passou perto de uma, mas era doutora em dar conselhos e criar filhos e netos. Não tinha um diploma pendurado na parede, mas tinha os sentidos apurados. Sabia dar o ponto certo nos doces e fazer sabão como nenhuma outra pessoa que eu já conheci. Tecia colchas e tapetes de retalhos. Sua vaidade limitava-se em lavar bem os cabelos e manter seus vestidos sempre bem limpos e cheirosos. Tinha brincos, me lembro, contudo não passava disso.

Que saudade tenho de passar em sua casa antes de ir para a escola e comer pão quente, feito em sua panela velha sem cabo. Recebia seu beijo na testa e dava a bença, beijando sua mão direita. Depois saia para a escola. Voltava e o almoço estava quentinho. Poucas foram as vezes que a vi chorando. Tinha um sorriso angelical e era forte como uma rocha. Após a doença do meu avô, que durou três anos e alguns meses, morreu dois dias antes do mesmo. Em pleno Ano Novo, à dez anos, os fogos estouravam, nós chorávamos aqui embaixo e o céu ganhava mais uma estrela reluzente.


Foto: http://letrasessenciais.blogspot.com/2011/04/arte-de-ser-avo.html

Falando de Deus

Hoje deu vontade de falar de Deus. Deu vontade de viver o evangelho como outrora se vivia, como eu vivia. Um dia de re-encontro com o sopro Divino. Um dia em que olhei uma cruz e senti, quase como um stigma, a dor daquele que morreu pela minha salvação.

Tenho amigos Católicos, Evangélicos, Espíritas, Judeus, Budistas, Agnósticos e Ateus. Falo para todos, sem exceção. Amo Deus sobre todas as coisas, me amo, amo a minha família, amo meus amigos e amo meus inimigos. Dou graças aos céus por ter tamanho amor em meu peito.

Hoje eu olhei o céu, as folhas das árvores dançando com o vento, olhei o pôr do sol, olhei as estrelas e a lua entre nuvens. Hoje olhei as aves voando e as pessoas em seus carros na estrada. Hoje eu vi pessoas idosas e vi bebês. Hoje eu vi navios, aviões e máquinas que nem mesmo sabia que existia. Hoje eu percebi, mais uma vez, que somos capazes de coisas incríveis, por sermos filhos de quem somos.

Lembrei-me do tempo em que rezava todos os dias. Tempo em que fazia pequenas e grandes orações, por mim e por todos. Tempo em que amava os inimigos sem rancores. Tempo em que, no meu coração, começou a brotar a semente da caridade e da compaixão. Hoje sou um arbusto robusto, precisando de água e de uma bela poda. Sou hoje uma árvore de tronco lenhoso, mas que está cheio de ervas daninhas, galhos desregrados e raízes superficiais. Preciso aproximar-me da fonte novamente. Preciso falar de Deus, para viver Deus no mundo.

Hoje deu vontade de falar com Deus, como outrora. Sem maiores pudores, eu falei com Ele e foi bom. Fazia tempo que não conversamos olho-no-olho, de coração para coração. Ele re-afirmou o prometido a mim a alguns anos e alimentou-me com Seu amor. De emoção, transbordei de felicidade.


Foto: http://bloggdoteosofista.blogspot.com/2011/01/o-deus-das-ruas-e-das-alturas-frank.html

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pontuação e Interpretação!

Show da língua portuguesa!

Um homem rico estava muito mal, agonizando.
Pediu papel e caneta. Escreveu assim:


"Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."

Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.




1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:

A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Nós é que fazemos sua pontuação.

E isso faz toda a diferença.





PS: E-mail enviado pelo meu pai!
Foto: http://blogortografando.blogspot.com/2010/04/regras-basicas-de-pontuacao.html

O que você quer ser quando crescer?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Mal Existe?


OBS: E-mail recebido do meu pai.

Porção de Vida - #1

E se eu te contar uma história? Uma história real, com um personagem real, que leva uma vida real? Essa história, apesar de parecer um pouco romântica para alguns e fantasiosa demais para outros, é em verdade o que realmente aconteceu. Como eu sei? Como eu posso afirmar isso com toda a certeza desse mundo? Fácil. O personagem sou eu e o que começarei a contar é o relato de algo que aconteceu comigo.

Não se deixem enganar com as palavras. Elas são, algumas vezes traiçoeiras, mas com atenção, você conseguirá perceber o que realmente elas estão querendo esconder. O que posso fazer se elas possuem vida própria. Não acreditam? Pois podem acreditar, afinal sou eu que estou falando. Quem sou eu e por que devem acreditar em mim? Pelo único fato d'eu ser um espelho daquilo que você é quando vive plenamente sua vida, ou seja, seus momentos de felicidade, tristeza, dor, paixão, amor, sofrimento, angústia,... Pois é, estamos unidos direta ou indiretamente. Você não mentiria para você mesmo, mentiria? Acho que não. Por isso não tem como eu mentir para você.

Quando eu falar tudo o que aconteceu, pode acreditar que é a mais pura verdade. Vou dar um exemplo, bem simples e objetivo. Quando eu digo que ao ver o amor partir, sinto no peito um aperto tão grande que parece que o coração constringi-se e o ar falta. Tudo se aperta a tal ponto que não resta outra alternativa a não ser deixar as lágrimas saírem. Uma vez que o fantasma da solidão ronda nossa alma, e sorrateiro fere nosso coração com sua espada, a dor encarregam-se de derramar as lágrimas dos olhos daqueles que amam, afim de lavar o sangue da saudade. Tem alguma dúvida? Tudo isso é verdade. Sabe disso quem já viveu esse momento. Quem ainda não viveu, há de lembrar das minhas palavras no momento certo.

Por hora atenho-me a esta pequena porção de vida. Brevemente retornarei a começarei a relatar a sua vida, ou melhor a minha vida. Talvez será a nossa vida, se achar melhor. Não contenha as lágrimas e nem economize nas gargalhadas, pois quando está sozinho, dentro de quatro paredes e diante do espelho, você pode ser você mesmo, sem culpa, vergonha e nem preconceito.


Foto: http://www.panorama11.com.br/fe/as-faces-da-vida/

Postagens populares

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...