quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Engrenagem!

Há muito não venho até aqui para deixar um pouco de mim. Sinto falta de escrever e desnudar-me literariamente. Os motivos da minha ausência são vários, contudo há o mais importante de todos; atenção primordial à família!

A tanto tempo não escrevo que acho não mais saber se o sei fazê-lo ainda; ao menos da maneira que gosto e desejo. Estou retomando aos poucos a viver esta tal literatura, esta tal arte da escrita. Muito mais lentamente do que gostaria, entretanto mais do que de fato o posso no momento.

Poderão dizer alguns; "sempre há tempo para aquele que realmente deseja atingir seus objetivos". Sim, isto é um fato. Fato também é o da dedicação àqueles que de você necessitam. Confesso que é cansativo em muitos momentos, mas não há melhor recompensa neste mundo que ter a certeza do amor e carinho da sua família. Isso vale qualquer esforço.

Atenho-me ao fato de fazer feliz e buscar tudo quanto me faz também feliz. Racionalizar nossos desejos pessoais e particulares não cabe mais no contexto familiar. Ser família é descobrir mais cedo ou mais tarde que de um momento para o outro aquela frase que diz "uma só carne" realmente é verdadeira. Ser família é ter corações batendo em outros peitos, mentes pensando em outros corpos e mãos trabalhando para construir um mundo cada vez melhor para todos que compartilham o mesmo amor.

Tal qual a calha da engrenagem do moinho que enche-se e derrama o excesso de água num ritmo temporal contínuo, também eu preciso derramar minhas palavras sobre o papel quando sinto-me cheio de experiências de vida. É uma condição natural. Que minhas engrenagens não parem nunca de funcionar, produzindo matéria-prima suficiente para alimentar almas e sonhos.

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