domingo, 17 de agosto de 2014

O meu personagem histórico é Aristóteles - Qual o seu?

O meu personagem histórico é Aristóteles - Qual o seu?

terça-feira, 1 de abril de 2014

Zeloso sou!

Fico triste ao vê-lo triste. Mesmo que sem motivo aparente você chora, encharca-me a alma uma angústia tamanha. Um misto de instinto de sobrevivência e desalento.Em todos os casos desejo vê-lo livre do que lhe traz mal estar, contudo nem sempre é possível fazê-lo. Ainda não me acostumei que você é um outro ser, diferente de mim. Com seus próprios sentimentos, frustrações, alegrias e dores.

Dizem que você é um pedaço do meu coração, que pulsa fora do peito. Quão zeloso desejo ser para cuidar desse pequeno pedacinho meu que clama em bater fora do meu corpo e que é desejoso em seguir o seu próprio ritmo. Em compasso bem marcado e em ritmo acelerado, difícil é para seguir sua cadência. Em contrapartida, quando em ritmo lento, com pausas acentuadas, quero doar parte da minha energia.

Reclamo quando uma travessura sai, entretanto em meu interior sei que tu estas saudável. Fico atônito quando minhas manias são rebatidas e meus momentos de descanso são rompidos por sua ânsia de mostra-me como tens se desenvolvido, dia após dia. Um sinal corporal, uma palavra, uma gracinha,... Tudo me encanta. Tem dias que desejo passar mais tempo no banho, mas olhar seus olhos faceiros renova minhas energias.

Quando perto estou, um sorriso dou e outro recebo em troca, não há mais nada neste mundo que eleva meu grau de dopamina. Estasiado fico, para as nuvens vou.

Ficar velho é ruim. Ficar velho e dependente de remédios para se acalmar, é pior ainda. Bem-aventurados são os que conseguem obter farmacologicamente, um grau de bem-estar elevado, através do simples olhar maroto do seu filho.

Foto: http://topediatrica.blogspot.com.br/2011/05/deixe-seu-filho-ser-o-chefe-da.html

Ansiedade 2.0!

Nunca pensei que um dia eu chegaria a tal ponto. Fico imaginando em qual esquina eu deixei de olhar para o lado, que caminho encurtei ou qual tive que andar mais do que deveria. Fato é, minha ansiedade voltou forte, muito forte, a ponto de me adoecer.

Meu médico disse categoricamente que se eu não me cuidar, tenho grandes chances de desenvolver Diabetes ainda jovem. Minha pressão sanguínea já aumentou e estou apresentando crises de irritabilidade quase diariamente. Isso quer dizer que se não começar a me cuidar imediatamente, não demorara muito e serei diagnosticado como paciente hipertensivo. Para uma pessoa de apenas 32 anos isso não é lá uma boa coisa.

Devo, mais uma vez, rever alguns detalhes em minha vida. Preciso estar o mais são possível para minha esposa e filhos. De fato, estou me matando aos poucos. Meu veneno? Sedentarismo, trabalho excessivo, noites mal dormidas e alimentação irregular. Só isso me tira uns 15 anos de vida. Isso mesmo, se em condições normais meu organismo suporta chegar aos 75 anos, estou forçando a barra para no máximo viver uns 60 anos. Quero viver e quero fazê-lo saudavelmente. Devo isso aos meus pais, à minha esposa, aos meus filhos e a mim mesmo.

Neste momento que escrevo, estou completamente cansado. Fiz tarefas rotineiras o dia todo, uma vez que me acidente e perdi momentaneamente o tato de um dos polegares. Minha tosse não passa nunca, minha cabeça está latejando e quase de cinco  em cinco minutos eu bocejo. Estou verdadeiramente exausto, sem motivo aparente, o que é uma pena; pois estou sentado e escrevendo este texto até que dê minha hora de entrar no plantão. Doze horas de trabalho noturno se aproximam e só penso em minha cama e no quão bom seria estar com minha esposa e filhos, em casa.

A insônia é minha amiga mais recente. Veio somar forças com as dores de cabeça, a má digestão, a irritabilidade e as crises de estafa. Isso é péssimo, mas também vejo-me  amante da noite, silenciosa e calmante. Preciso de mais dias assim, silenciosos e calmos. Só dessa forma eu voltarei a valorizar a noite, a deixando única e exclusivamente  para dormir.

Foto: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/antidoto_ansiedade.htm


OBS: Este texto é uma obra de ficção.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maturidade Literária!

Recentemente acabei de ler o livro "O Estrangeiro" de Albert Camus. Movido por pura curiosidade busquei mais informações sobre o livro em textos e vídeos. Eis que pela primeira vez, após anos de leituras e mais leituras, fui capaz de realizar uma análise mais profunda de todo um livro e dele tecer conclusões plausíveis e de comum acordo àquelas lidas e vistas em minhas fontes.

Gosto de Hemingway, Drummond, Lispector, entre outros tantos; contudo, foi com Camus que me dei conta: "Estou passando a um novo patamar literário". "O Estrangeiro", me levou ao livro "O Primeiro Homem", também de Albert Camus. Este último é um romance inacabado e auto-biográfico. Ao pesquisar nas livrarias físicas e on-line, percebi quão raro é adquirir tal exemplar. Um livreiro me falou: "Será difícil você conseguir este livro, ele está esgotado e sem previsão para voltar às prateleiras. Por que do interesse por ele? Você faz letras?". Sorri e respondei apenas que "sou um bom amante da literatura"! Ao sair da livraria peguei-me pensando furtivamente sobre o que acabara de ocorrer e dei-me conta que ir ao encontro de obras raras e difíceis de conseguir, por puro prazer da leitura e quem sabe por interesses pessoais fortuitos, uma vez que esta me servirá de base para futuras escritas, trouxe à tona um sentimento bom.

Hoje, melhor que ontem, consigo escrever de maneira mais fluida e direcional, com mais sentido e ordem. Linhas, paragrafos, paginas e capitulos estão sendo escritos de bom agrado e facilmente. É chegada a hora, finalmente. Estejam certos, um novo romance está nascendo.

Fonte da Foto (Créditos): http://mobground.net/o-estrangeiro/

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