terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Mudança de Pensamento Econômico!

Em todo e qualquer aspecto da vida precisamos ser generosos, amáveis e cordiais. Mas como sê-lo? Não existe formula mágica, mas um dos caminhos é conseguir entender para que fomos gerados e colocados neste mundo. Achando as respostas certas para esta questão, conseguiremos direcionar nossa trajetória rumo ao alvo que almejamos atingir.

Fato é que, a maioria das pessoas boas, cujos corações estão tão acostumadas a amar, são também as mais acostumadas a sofrer. Isso acontece pois, pelo o que tenho visto, no mundo ha mais pessoas dispostas a atingir seus objetivos a todo custo, do que através de um caminho verdadeiramente bom para todos. A base do pensamento econômico e politico (Com raríssimas Exceções), nutre-se da lei do mais forte, do mais esperto, do mais malandro. Há pessoas que passam semanas, meses e anos, articulando a melhor maneira de descentralizar o poder, as custas da ignorância (falta de conhecimento) alheia, para obter como consequência, a melhor vantagem, gerar o melhor lucro para si próprio e para os seus.

A maioria da população não percebe, ou mesmo que sintam algo estranho no ar, não ligam muito para todos esses juros, todas essas taxas, todas assas "facilidades" em obter crédito na praça. Na ânsia de melhorarmos de vida, nos endividamos e a psicologia mercadológica nos força a isso. nos força a obter dividas. Por exemplo, se um produto tem preço de custo em torno de R$ 5,00, dependendo do material utilizado e da população que dele fara uso, este pode ser vendido à R$ 10,00 ou R$ 50,00. Caso o compremos no crédito, acrescenta-se a este valor taxas e juros, que no fim acrescentará mais alguns trocados no valor final do produto.Quem ganha mais? Quem consegue fazer mais contas certas e quem consegue utilizar-se dos mais variados argumentos para valorar seu produto.

Dizer quanto algo vale é uma arte! O que possui muito valor para alguns, pode não valer nada para outros tantos. Sendo assim, algo torna-se mais caro ou mais barato de acordo com a necessidade pessoal ou coletiva. Quem deseja enriquecer vendendo carne para vegetarianos, certamente irá falir.

Há uma saída para este circulo vicioso, mas infelizmente não pode ser exercitado apenas por alguns. Para vermos alguma mudança econômica é preciso mudar de mentalidade sobre geração de valor, sobre reciprocidade, sobre processo contratual, sobre confiança mutua, sobre respeito, sobre amor ao próximo. Na ânsia de tornarmos o processo econômico (mercadológico), comum a todos, passamos a deixar de lado a "intimidade", a proximidade com o outro e passamos a deixar os contratos falarem por nós. Substituímos o sofrimento em termos de relações de proximidade, pelo sofrimento relacionado à frieza e a solidão dos papeis contratuais.

Na atual maneira que desenvolvemos e agimos economicamente dentro da sociedade, o Amor Reciproco não tem lugar. Justamente o Amor Reciproco, tão capaz de criar pontes, encurtar distancias e fidelizar relacionamentos humanos sólidos e duradouros.

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